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18 Tempo ordinário – C (Lucas 11,13-21)

Evangelio del 31/Jul/2016
Publicado el 25/ Jul/ 2016
por Coordinador - Mario González Jurado

18-TODESMASCARAR A INSENSATEZ

O protagonista da pequena parábola do «rico insensato» é um proprietário de terras como aqueles que conheceu Jesus na Galileia. Homens poderosos que exploravam sem piedade os camponeses, pensando só em aumentar o seu benestar. As pessoas temiam-nos e invejavam-nos: sem dúvida eram os mais afortunados. Para Jesus, são os mais insensatos.

Surpreendido por uma colheita que ultrapassa as suas expectativas, o rico propietário vê-se obrigado a refletir: «¿Que farei?». Fala consigo mesmo. No seu horizonte não aparece ninguém mais. Não parece ter esposa, filhos, amigos nem vizinhos. Não pensa nos camponeses que trabalham as suas terras. Só o preocupa o seu benestar e a sua riqueza: a minha colheita, os meus celeiros, os meus bens, a minha vida…

O rico não se dá conta de que vive encerrado em si mesmo, prisionero de uma lógica que o desumaniza esvaziando-o de toda a dignidade. Só vive para acumular, armazenar e aumentar o seu benestar material: «Construirei celeiros maiores, e armazenarei alí todo o grão e o resto da minha colheita. E então direi a mim mesmo: Homem, tens bens acumulados para muitos anos; deita-te, come e dá-te boa vida».

De repente, de forma inesperada, Jesus faz intervir ao mesmo Deus. O seu grito interrompe os sonhos e ilusões do rico: «Nescio, esta noite vão exigir-te a vida. O que acumulas-te, de quem será?». Esta é a sentênça de Deus: a vida deste rico é um fracasso e uma insensatez.

Aumenta os seus celeiros, mas não sabe ampliar o horizonte da sua vida. Acrescenta a sua riqueza, mas despreza e empobrece a sua vida. Acumula bens, mas não conhece a amizade, o amor generoso, a alegria nem a solidariedade. Não sabe dar nem partilhar,  só comprar. Que há de humano nesta vida?

A crise económica que estamos a sofrer é uma «crise de ambição»: os países ricos, os grandes bancos, os poderosos da terra… temos querido viver acima das nossas possibilidades, sonhando com acumular benestar sem limite algum e esquecendo cada vez mais os que se afundam na pobreza e na fome. Mas, de repente a nossa segurança veio-se abaixo.

Esta crise não é uma mais. É um «sinal dos tempos» que temos de ler à luz do evangelho. Não é difícil escutar a voz de Deus no fundo das nossas consciências: «Basta já de tanta insensatez e tanta falta de solidariedade cruel». Nunca superaremos as nossas crises económicas sem lutar por uma mudança profunda do nosso estilo de vida: temos de viver de forma mais austera; temos de partilhar mais o nosso benestar.

José Antonio Pagola
Tradutor: Antonio Manuel Álvarez Perez

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