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6 Domingo do Tempo Comum – A (Mateus 5,17–37)

Evangelio del 15 / Feb / 2026
Publicado el 09/ Feb/ 2026
por Coordinador - Mario González Jurado
evangelio, Pagola


IMPORTÂNCIA SOCIAL DO PERDÃO

Não é fácil escutar o apelo de Jesus ao perdão nem tirar todas as implicações que pode ter aceitar que um homem é mais humano quando perdoa do que quando se vinga.

Sem dúvida, é preciso entender bem o pensamento de Jesus. Perdoar não significa ignorar as injustiças cometidas, nem aceitá-las de forma passiva ou indiferente. Pelo contrário, se alguém perdoa é precisamente para romper, de algum modo, a espiral do mal e ajudar o outro a reabilitar-se e agir de forma diferente no futuro.

Na dinâmica do perdão há um esforço para superar o mal com o bem. O perdão é um gesto que muda qualitativamente as relações entre as pessoas e procura estabelecer uma convivência futura de uma nova forma. Por isso, o perdão não deve ser apenas uma exigência individual, mas deveria ter também uma tradução social.

A sociedade não deve abandonar nenhum ser humano, nem mesmo o culpado. Toda a pessoa tem direito a ser amada. Não podemos aceitar que a repressão penal apenas «devolva mal por mal» ao encarcerado, afundando-o no seu delito, degradando a sua existência e impedindo a sua verdadeira reabilitação.

O grande jurista G. Radbruch dizia que o castigo como imposição do mal pelo mal deve ir desaparecendo para se tornar, tanto quanto possível, num «estímulo para saldar o mal com o bem, único modo de exercer na terra uma justiça que não piore o mundo, mas o transforme num lugar melhor».

Não há justificação para agir de forma vexatória ou injusta com qualquer preso, seja delinquente comum ou político. Nunca avançaremos para uma sociedade mais humana se não abandonarmos posturas de represália, ódio e vingança.

Por isso também é um erro incitar o povo à vingança. O grito de «o povo não perdoará» é, infelizmente, compreensível, mas não é o caminho certo para ensinar a construir um futuro mais humano.

O repúdio do perdão é um grito que, como crentes, nunca podemos subscrever, porque, no fundo, é um repúdio da fraternidade querida por Aquele que nos perdoa a todos.

José Antonio Pagola
Tradutor: Antonio Manuel Álvarez Perez

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