Domingo de Ramos – C (Lucas 22,14–23, 56)

QUE FAZ DEUS NUMA CRUZ? Segundo o relato evangélico, os que passavam ante Jesus crucificado sobre a colina do Gólgota escarneciam Dele e, rindo-se da Sua impotência, diziam-Lhe: «Se és o Filho de Deus, desce da cruz». Jesus não responde à provocação. A Sua resposta é um silêncio carre
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5 de Quaresma – C (João 8,1-11)

REVOLUÇÃO IGNORADA Apresentam a Jesus uma mulher surpreendida em adultério. Todos conhecem o seu destino: será lapidada até à morte segundo o estabelecido pela lei. Ninguém fala do adúltero. Como ocorre sempre numa sociedade machista, condena-se a mulher e desculpa-se o homem. O desaf
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4 Quaresma – C (Lucas 15,1-3.11-32)

O OUTRO FILHO Sem dúvida, a parábola mais cativante de Jesus é a do «pai bom», mal denominada de «parábola do filho pródigo». Precisamente este «filho menor» atraiu sempre a atenção de comentadores e predicadores. O seu regresso ao lar e a acolhida incrível do pai comoveram todas as g
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3 Quaresma – C (Lucas 13,1-9)

ONDE ESTAMOS NÓS? Uns desconhecidos comunicam a Jesus a notícia da horrível matança de uns galileus no recinto sagrado do templo. O autor foi mais uma vez, Pilatos. O que mais os horroriza é que o sangue daqueles homens se tenha misturado com o sangue dos animais que estavam a oferece
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2 Quaresma – C (Lucas 9,28-36)

ESCUCHAR SOLO A JESÚS A cena é considerada tradicionalmente como «a transfiguração de Jesus». Não é possível reconstruir com certeza a experiência que deu origem a este surpreendente relato, apenas sabemos que os evangelistas lhe dão uma grande importância pois, segundo o seu relato,
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1 Quaresma – C (Lucas 4,1-13)

IDENTIFICAR AS TENTAÇÕES Segundo os evangelhos, as tentações experimentadas por Jesus não são propriamente de ordem moral. São situações em que lhe são propostas formas falsas de entender e viver a Sua missão. Por isso, a Sua reação serve-nos de modelo para o nosso comportamento moral
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5 Tempo ordinário – C (Lucas 5,1-11)

RECONHECER O PECADO O relato de «a pesca milagrosa» no lago da Galileia foi muito popular entre os primeiros cristãos. Vários evangelistas recolhem o episódio, mas só Lucas culmina a narração com uma cena comovedora que tem por protagonista Simão Pedro, discípulo crente e pecador ao m
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4 Tempo ordinário – C (Lucas 4,21-30)

NÃO NECESSITAMOS PROFETAS? «Um grande profeta surgiu entre nós». Assim gritavam nas aldeias da Galileia, surpreendidos pelas palavras e os gestos de Jesus. No entanto, não é isso o que acontece em Nazaré quando se apresenta perante os Seus vizinho como ungido como Profeta dos pobres.
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3 Tempo ordinário – C (Lucas 1,1-4; 4,14-21)

NA MESMA DIRECÇÃO Antes de começar a narrar a atividade de Jesus, Lucas quer deixar muito claro aos seus leitores qual é a paixão que impulsiona o Profeta da Galileia e qual é a meta de toda a Sua atuação. Os cristãos têm de saber em que direção empurra Jesus o Espírito de Deus, pois
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2 Tempo ordinário – C (João 2,1-11)

LINGUAGEM DE GESTOS O evangelista João diz-nos que Jesus fez «milagres» e «prodígios». Ele chama-lhes «sinais» porque são gestos que apontam em direção a algo mais profundo do que podem ver os nossos olhos. Em concreto, os sinais que Jesus realiza, orientam para a Sua pessoa e mostra-
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